domingo, 22 de junho de 2014

Traçando o histórico da relação escola/comunidade





Em todas essas ações realizadas com a comunidade houve êxito em alcançar os objetivos de cada uma delas. Assim como o empenho e interesse dos alunos o que nos leva sempre a estar praticando estas ações todos os anos.

Diretrizes da escola frente ao uso das mídia sociais





" Análise do Percurso"- Curso TICs no E-Proinfo

Título da atividade: Plantando o saber com a mão na terra
Apresentação da atividade: O projeto Piloto “Plantando o saber com a mão na terra” foi apresentado na Conferência Nacional Infanto-juvenil Pelo Meio Ambiente – CNIJMA, realizada no Eco Park, no dia 30 de agosto de 2013. A Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola – COM-VIDA organizou a Conferência com o tema “Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis” criando um momento em que estudantes, professores e demais interessados reuniram-se para dialogar sobre como transformar sua escola em um espaço educador sustentável, constituindo-se, assim, em um lócus privilegiado para aprofundar o debate sobre o tema da Conferência em nível local. Aproveitando esse momento, me engajei no projeto utilizando efetivamente o uso das tecnologias disponíveis em nosso laboratório para a realização dos trabalhos. O projeto “Plantando o saber com a mão na terra” teve como objetivo a construção de uma horta escolar orgânica, utilizando material alternativo, valorizando o prazer de relacionar-se com o meio ambiente. A horta inserida no ambiente escolar é um laboratório vivo que possibilita o desenvolvimento de diversas atividades pedagógicas em educação ambiental e alimentar, o uso de tecnologias unindo teoria e prática no processo de ensino e aprendizagem. Apesar de seguir todos os passos para criação de uma Web Quest, realizei a atividade através do hipertexto, utilizando todos os recursos e ferramentas que a web nos oferece.
Introdução: Reuni os alunos no Laboratório de Informática para apresentar a proposta. Material explicativo impresso foi distribuído com os alunos que interagimos dando sugestões.
Tarefa: Iniciamos as pesquisas buscando informações sobre o assunto. Não houve dificuldades, pois essa é uma atividade comum para os nossos alunos, porém, a pesquisa orientada usando hipertexto foi bem mais proveitosa, pois os alunos compreenderam com mais clareza que ao abrir os links, obtêm-se informações de forma rápida e flexível e que estes complementam o texto principal, sem contar que sons, imagens, cores e animações se agregam a esses recursos tornando a pesquisa muito mais atraente. De posse do material pesquisado, parti para o desenvolvimento do projeto, inicialmente com a construção de uma maquete para apresentar na Conferência Nacional Infanto-juvenil Pelo Meio Ambiente.
Com o mesmo material orientei um debate em relação aos insumos: as ferramentas necessárias para a preparação do solo, adubos e compostos orgânicos, a localização da horta e organização dos canteiros, os tipos de hortaliças a serem plantadas, as sementes e o material alternativo para delimitação dos canteiros. Diante do exposto, ficou clara a necessidade de voltar às pesquisas para obtenção de mais informações.
Processo: No decorrer das atividades foi necessária a busca de parcerias para implementação e manutenção da horta. Junto com os alunos, busquei parcerias com a Embrapa, que se propôs a nos dar as orientações necessárias, com pais de alunos e amigos da escola. Outro grupo de alunos traçou estratégias para a coleta de material alternativo (garrafas pet) e outra equipe criou o logo do projeto.
Recursos: Orientamos a visita a alguns sites para as consultas. Blogs relacionados ao tema também foram consultados.

Avaliação: Alguns critérios foram estabelecidos para avaliar o grau de participação nas atividades propostas.
1.    Participou ativamente nas atividades cooperando com o grupo. Trouxe informações importantes para discussão. O resultado de sua participação foi relevante;
2.    Participou nas atividades cooperando com o grupo. Discutiu com os colegas sobre os temas propostos. O resultado da sua participação foi bom;
3.    Participou pouco nas atividades. A sua contribuição para a realização dos trabalhos foi regular;
4.    Esteve presente, mas não há registro da sua contribuição.
Conclusão: Espero com esse trabalho mostrar a cada participante o quão importante é aliar-se às tecnologias, digitais ou não e o quão possível é agregar teoria e prática em benefício do meio ambiente e do processo de ensino e aprendizagem.


Cursista: Sandra Mendes





quinta-feira, 29 de maio de 2014

Utilizando redes sociais de forma crítica e produtiva

Aos poucos fui ingressando em redes sociais através da divulgação na mídia e pelo convívio com jovens adolescentes em meu trabalho. Esse contato me proporcionou informações que me despertou curiosidade em acessar essa ferramenta tecnológica.
Depois de me socializar nas redes sociais, foi mais fácil do que pensei. Assim como fui auxiliada no início, não foi difícil ajudar amigos e colegas de trabalho, o qual se tornou uma tarefa fácil.
Gosto de participar de redes sociais como facebook, watsApp onde faço interação social e me divirto. Aproveito para fazer cursos online, postar trabalhos e registrar eventos com meus alunos.
Esta ferramenta tecnológica facilita o meu trabalho bastante, pois, realizo atividades em slides no Power Point, elaboro projetos, faço pesquisas, organizo Banner, Folders, e utilizo Blog e jogos pedagógicos na internet para que possa enriquecer o ensino-aprendizagem.
É claro que o professor deve ter muito cuidado na maneira de fazer uso dessa ferramenta, proibindo acesso a certos tipos de sites no momento do acesso na escola e estar acompanhando o que o aluno está acessando assim como também orientá-lo e sugerir sites educativos e com informações precisas.

Na verdade este recurso que estou utilizando no Ambiente e-ProInfo só promove um aprendizado maior de tudo o que já sei, portanto sempre é muito bom estar se atualizando no âmbito profissional para melhor desenvolver minhas atividades.
 

Diálogos sobre as gerações

O mundo virtual vai, progressivamente, confundindo os seus limites com o mundo real no cotidiano de crianças e adolescentes. A internet, o telefone celular e muitos novos equipamentos de tecnologia da informação vão transformando os comportamentos e as formas de se relacionar com a família, com os amigos e com as novas possibilidades de viajar pelo mundo sem sair de casa. Mas, também, surgem novos riscos à saúde para a geração da era digital, devido ao excesso de horas no uso do computador, deficiência de sono e hábitos sedentários, queda do rendimento escolar, pornografia e pedofilia online.
Atualmente as crianças e os adolescentes vivem em dois mundos: aquele que todos conhecemos o mundo real, e o mundo digital ou virtual, que parece muito mais interessante e surpreendente, oferecendo aventuras, oportunidades, a busca pela autonomia, mas também, perigo e riscos à saúde. O espaço cibernético, o mundo da internet e a velocidade da comunicação se tornaram o "lugar vivo de verdade" onde todos se encontram, aprende, jogam, brincam, brigam, trocam fotos, ganham dinheiro, começam e terminam amizades e namoros.

Nesta realidade virtual, todos os adolescentes podem disfarçar melhor a ansiedade, a confusão, os medos e a alegria da passagem à vida adulta. Podem até superar os pais e muitos professores que nem conseguem ficar conectados ou "plugados". Aliás, o idioma agora é o "internetês" com abreviaturas, emoticons e maneiras diferentes de se expressar e comunicar. Muitos nem conseguem mais escrever no papel e nem sabem o que é caligrafia ou gramática!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Lembrancinhas para o dia das mães




Gincana:Aniversário de 65 anos da Escola Estadual Monteiro Lobato-B.Vista-RREscola Estadual Monteiro Lobato A Escola Estadual Monteiro Lobato localizada na Rua Cecília Brasil, 1506 no Centro de Boa Vista é uma Escola de Ensino Fundamental e Médio, é uma das pioneiras da rede pública estadual de Roraima. A escola foi criada pelo Decreto nº89 de 1º de Abril de 1949, com a denominação de Curso Normal Regional Monteiro Lobato em homenagem ao grande escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato, com a missão de formar professores de 1ª a 4ª série. Atualmente (em 2014) o corpo docente da escola é constituído de 106 professores, pessoal técnico 20 e 31 de apoio, incluindo o pessoal terceirizado. Gestão atual: Dalva Gomes Rodrigues Silva, Ivan Alves dos Santos e Márcia Rodrigues da Silva. A escola desenvolve suas atividades pedagógicas em 24 salas de aulas e 8 salas ambientes (Sala de Música, Arte, de Inclusão Digital, de informática, Multimídia, de Leitura, Laboratório de Ciências e Biblioteca). Contamos ainda com quatro Salas de Recursos para atendimento especializado aos alunos PNEE (Deficientes Visuais, Auditivos, Deficientes Mentais e Oficina Tecnológica). A escola funciona nos turnos: Matutino com 534 alunos do 2º ao 5º e 9º ano, do ensino fundamental e 12 alunos da classe especial; Vespertino com 518 alunos do 6º ao 8º ano do ensino fundamental e Noturno com 316 alunos na Educação de Jovens e Adultos – EJA (3º seguimento); tendo um total de 1368 alunos. A metodologia utilizada e de educação continuada e o sistema de avaliação é de prova escrita, atividades de pesquisa realizada dos livros em sala de aula e na biblioteca ou através a internet e seminários.